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Background Diagnosticando

Ressonância magnética

Ressonância magnética no diagnóstico da esclerose múltipla

A ressonância magnética (RM) é um exame de imagem fundamental para o diagnóstico da EM, pois permite a visualização das lesões no cérebro e medula espinhal.

O exame de ressonância magnética (RM) é um exame indolor que utiliza fortes campos magnéticos e ondas de rádio para produzir imagens detalhadas do interior do corpo.

Ressonância magnética 1

Na imagem acima vemos um exame de ressonância do crânio onde observamos múltiplos pontos brancos representando as áreas de inflamação provocadas pela esclerose múltipla.

Ressonância magnética 2

Já nesta imagem de ressonância magnética da coluna cervical pode-se observar uma lesão que aparece mais clara, na medula espinhal. Fraqueza e perda de sensibilidade nos membros são vistas nas lesões neste local.

Como vimos, o exame pode mostrar se há algum dano ou cicatriz, que ocorre na bainha de mielina (a camada que envolve os nervos), tanto no cérebro quanto na medula espinhal.

Encontrar as áreas de inflamação pode ajudar a confirmar o diagnóstico na maioria das pessoas com EM.

Um scanner de ressonância magnética padrão é como um tubo ou túnel grande. A máquina é barulhenta e algumas pessoas se sentem claustrofóbicas enquanto a digitalização é feita. Informe o seu neurologista se estiver preocupado com isso.

Os scanners mais recentes são mais abertos e funcionam mais rapidamente do que os usados no passado, e a maioria das pessoas realiza digitalizações sem problemas.

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