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Esclerose Múltipla
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Vivendo com alguém com esclerose múltipla

rear-view-middle-aged-couple-walking-along-country-lane-holding-hands-image35779458Viver com alguém com esclerose múltipla (EM) que não tenha nenhuma incapacidade é como viver como uma pessoa qualquer, que requer entretanto manter-se empenhada em um estilo de vida saudável. As questões começam a aparecer à media em que os sintomas ocorrem e eventuais sequelas se acumulem, impactando a qualidade de vida do(a) parceiro(a) e consequentemente a sua. Estas questões podem se agravar como nos casos de doença muito ativa, chegando a ter que ser tomada a difícil decisão de pedir a separação ou escolher pelo apoio incondicional ao parceiro, diante das circunstâncias impostas pela vida. Neste ponto, recomenda-se a consulta a um psicólogo experiente, que possa ajudar e fornecer apoio.

Felizmente, com as opções de tratamento atuais, os médicos estão buscando cada vez mais o conceito de “ausência de atividade de doença”, já possível para uma grande parte dos pacientes. Isso traduz-se em segurança para o paciente e para seu parceiro, que passam a planejar e visualizar a vida a dois, concretizando sonhos como ter filhos, viajar e desenvolver trabalhos juntos.

A EM é muitas vezes reincidente e remitente, o que significa que os sintomas vêm e vão ao longo do tempo, muitas vezes justamente em momentos de maior estresse, gerando ainda uma sobrecarga maior de estresse para ser lidada. Com o apoio de profissionais do time de saúde (médico, psicólogo, enfermeiro, por exemplo) será possível encontrar os caminhos para superar estas dificuldades.

Um apoio adicional pode ser conseguido junto à associação de pacientes de sua localidade. Uma relação das associações pode encontrar nesta página. A existência de apoio e correta orientação sempre é muito importante.